Sem você
Minha vida não tem sentido ou rima
Como notas para uma música fora do rítmo
Como eu posso retribuir
Por Você acreditar em mim
terça-feira, 30 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O ramo que você quebra
Às vezes eu simplesmente decido fugir
Doido de mim
Não consigo chegar nem até a esquina
No meio do caminho me dou conta de que não consigo controlar nada
E fugir pode ser o maior dos descontroles
Uma visão engraçada de mim
Do meu jeito
Da minha vida
Do que está ao meu redor
Que eu acho que tenho o controle
Mas não tenho
Sobre nada
Consciente agora
Menos energia gasta em vão
Mais experiências, que ficam então
Coração ainda no peito
Batendo
Forte feito o meu carnaval que ainda não acabou
Mais ar
Mais estar por inteiro
Um pouco a mais
Simplesmente, calmamente ser-me paz
Com o coração ainda no peito e batendo
Sereno, brando, sem esperar...mas esperando
Doido de mim
Não consigo chegar nem até a esquina
No meio do caminho me dou conta de que não consigo controlar nada
E fugir pode ser o maior dos descontroles
Uma visão engraçada de mim
Do meu jeito
Da minha vida
Do que está ao meu redor
Que eu acho que tenho o controle
Mas não tenho
Sobre nada
Consciente agora
Menos energia gasta em vão
Mais experiências, que ficam então
Coração ainda no peito
Batendo
Forte feito o meu carnaval que ainda não acabou
Mais ar
Mais estar por inteiro
Um pouco a mais
Simplesmente, calmamente ser-me paz
Com o coração ainda no peito e batendo
Sereno, brando, sem esperar...mas esperando
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Eu descobri que vivi muito até aqui
Descobri que a dor dói
Muito mais do que eu pensava
Mas acredite isso me alivia
Descobri que o amor vai
Descobri que o amor volta
Às vezes ele volta
Às vezes me faz esperar
Me engana
Só porque decidi
Sozinho amar
Descobri por mim
Achei que tinha descoberto
E descobriram-me
Tentei descobrir
E desprotegi-me
Por isso tenho que abandonar uma parte de mim
Mas eu não sei dizer adeus
Eu não sei dizer adeus
Não consigo deixar as estrelas irem no amanhecer
Por que vai junto uma parte boa de mim
Não consigo deixar ir
Pois tudo o que eu quero é viver
Como se meu olhos fossem a luz da manhã
Assim como no dia que eu pude assistir a mim mesmo
Que não é agora
Mas pode ser no dia que você me achar e me trouxer de volta pra mim
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
le petit prince

Um dia eu cai das estrelas
E deixei de viver preso aquilo me deixava sempre feliz
Deite-me sob o chão
Mas cai
É verdade
Mas as estrelas não saíram de lá
Eu não estou preso a elas
Mas elas estão sempre olhando para mim
Descobri por aqui muita coisa boa
Outras nem tanto assim
Mas que nunca me fizeram desistir
Nem me desanimei
Nem esmoreci
Eu sei o jeito que se volta para lá
Mas é tão bom aqui
Pertinho de quem eu amo
Perto de quem fica sempre por perto
Dos meus pensamentos
Do meu olhar
Do som da minha voz
Ao alcance dos meus dedos
De mim
Eu estou me sentindo assim
Como seu morasse lá
Mas aqui
Entusiasta do que sou
Apaixonado pelos seres
Analfabeto das maldades
Distantes das coxias
Alegre pela vida
Que eu tenho
Que você tem
E é isso que é
Exatamente a mesma coisa que faz o sol subir
E o céu descer
Que traz a alegria, todo dia, pra mim
Às vezes em estacato ou em tutti perfeito
Como tudo feito
Em todas as semelhanças
Um dia eu cai das estrelas
Mas agora nem lembro muito de lá
Só tenho essa sensação boa no meu peito
Que fica, fica , fica
Tem vez que vai, mas volta logo
Como a mãe da gente que pedi pra ir
Mas avisa quando se deve retornar
Pois é, eu cai
Cai bem aqui
Sob todos os olhares
Cheio de perguntas
Duvidando das respostas
Saudades das estrelas?
Não
Lá é igualzinho aqui.
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